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quarta-feira, 17 de maio de 2017

MARI - AGORA VOCÊ TEM FLÁVIO ANTENISTA

quarta-feira, 3 de maio de 2017

INSS começa a pagar benefícios atrasados a mais de 81 mil pessoas

Começa a ser pago nesta terça-feira (2) o quinto lote dos benefícios atrasados devidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) àqueles que tiveram o cálculo revisto do que receberam por incapacidade ou pensões por morte entre 2002 e 2009.


Segundo o INSS, serão pagos R$ 749,6 milhões a 81,6 mil beneficiários. O quinto lote começa a ser pago nesta terça (2) e termina no dia 8, de acordo com o cronograma previsto pelo INSS. A data vai depender do final do número do benefício.

O benefício pode ser consultado na internet ou por meio da Central de Atendimento 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h. Para realizar consulta pelo site, o segurado deverá ter senha cadastrada.

A revisão é automática. Aqueles que devem receber o benefício atrasado, receberam uma carta do INSS com as informações do pagamento. O quinto lote corresponde ao pagamento daqueles com até 45 anos e benefício ativo em 2012. Estão no grupo aqueles que receberão entre R$ 6.000,01 e R$ 15 mil. Exceto no caso de falecimento do titular, não é necessário que os beneficiários procurem uma Agência da Previdência Social.

São Paulo é o estado que concentra o maior número de pagamentos, são 27,5 mil, que totalizam R$ 255,1 milhões.

Revisão

A revisão faz parte do acordo estabelecido em agosto de 2012, entre o INSS, o Ministério Público Federal e o Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical, homologado pela Justiça Federal em São Paulo, em virtude de Ação Civil Pública. O acordo abrange o reprocessamento de benefícios concedidos entre 2002 e 2009.

A ação determinou que fosse recalculado o valor de determinados benefícios aplicando-se o percentual inicialmente fixado pela Lei nº 9.876/99, ou seja, 80% dos maiores salários de contribuição dentro do período básico de cálculo. Na época, estes benefícios foram calculados com base em 100% dos salários de contribuição.

As revisões abrangem pensão por morte, auxílio-doença previdenciário, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente previdenciário, aposentadoria por invalidez por acidente de trabalho, auxílio-doença por acidente de trabalho, auxílio-acidente e pensão por morte por acidente de trabalho.

A conclusão dos pagamentos será em 2022, de acordo com o cronograma previsto pelo Instituto.

Fonte Correio

terça-feira, 2 de maio de 2017

WhatsApp libera função que prioriza conversas importantes

 Uma nova função chegou ao WhatsApp neste fim de semana que promete hierarquizar os chats no mensageiro: “fixar a conversa”.
De acordo com o ‘Techtudo’, a versão de testes está disponível tanto para smartphones, quanto para modelo Web. Isso significa que a ferramenta só pode ser acessada no WhatsApp Beta, por enquanto, mas em breve a novidade deve chegar nas versões finais para sistemas iOS e Android.
Para utilizar a função, os usuários devem selecionar a conversa que deseja marcar como “importante” e tocar no chat escolhido durante 2 segundos. No canto direito, o aplicativo vai apresentar ícones. Escolha o de ‘alfinete’ e pronto! Uma janela vai aparecer em seguida, informando que a conversa foi fixada.
O que acontece agora? O chat escolhido será o primeiro da sua lista. Caso não queira mais dar tanta atenção para a conversa, é só desfazer a ação.
fonte NOTÍCIAS AO MINUTO

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Enterrado corpo do comunicador e ex-prefeito Jota Júnior, em Bayeux, PB

Foi enterrado, no fim da tarde desta quarta-feira (26), o corpo do comunicador e ex-prefeito de Bayeux, Jota Júnior, no Cemitério Senhor da Boa Morte, em Bayeux, na Grande João Pessoa. O sepultamento aconteceu na presença de familiares, ex-eleitores, amigos e fãs.
Jota Júnior morreu na madrugada da segunda-feira (24), em um hospital de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O corpo chegou à Paraíba na terça-feira (25). O velório aconteceu desde o fim da tarde da terça-feira na Igreja Batista Redimir, no bairro Alto da Boa Vista, também em Bayeux. 

Morte de Jota Júnior

O comunicador e ex-prefeito de Bayeux Jota Júnior, morreu na madrugada da segunda-feira (24) . O paraibano de Campina Grande morreu em um hospital de Belo Horizonte, em Minas Gerais, onde estava internado desde o domingo (23) depois de ter uma parada cardíaca durante o voo que o levava até Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde daria continuidade a um tratamento médico.
Jota Júnior foi prefeito de Bayeux, na Paraíba. Há um ano o apresentador e político enfrentava um tratamento contra uma doença chamada bronquiectasia. 
Fonte G1 PB.

Câmara aprova texto-base da reforma trabalhista; entenda o que pode mudar

 Depois de muitos protestos da oposição, o Plenário da Câmara aprovou nesta quarta-feira (26), por 296 votos a favor e 177 votos contra, o Projeto de Lei (PL) 6.787/16, que trata da reforma trabalhista. O projeto altera mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Entre as alterações, a medida estabelece que nas negociações trabalhistas poderá prevalecer o acordado sobre o legislado e o sindicato não mais precisará auxiliar o trabalhador na rescisão trabalhista. Confira abaixo algumas mudanças que podem acontecer.

A sessão que aprovou a reforma foi aberta na manhã desta quarta-feira e se estendeu até depois das 22h, com o final da votação do mérito da reforma. Até o fechamento desta matéria, ainda faltava votar os destaques que visam pontos do texto do relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). Depois de votados os destaques, o texto segue para o Senado.

Pela oposição, PT, PDT, PSOL, PCdoB e Rede se posicionaram contra o projeto. O PSB, SD e PMB também orientaram suas bancadas a votar contra a aprovação do texto-base. O PHS liberou a bancada. Os demais partidos da base governista votaram a favor do projeto de lei.

Abaixo você confere um comparativo de como funcionam atualmente alguns quesitos debatidos na reforma e como eles podem ficar.

#1 Horário de almoço

Como é: Quem trabalha mais de 6 horas tem direito a 1 hora de descanso. Caso o empregado usufrua apenas 30 minutos desse intervalo, o Tribunal Superior do Trabalho entende que o intervalo restante (30 minutos mais) gera uma condenação à empresa equivalente a 1 hora e 30 minutos, e ainda com 50% de adicional, tendo reflexos em férias e décimas terceiro para cálculo do FGTS.

Como vai ficar: O intervalo será efetivamente suprimido e o trabalhador só terá direito a 30 minutos de intervalo.

#2 Jornada de trabalho

Como é: a jornada é de 44 horas semanais, com no máximo 8 horas por dia de trabalho.

Como vai ficar: a jornada diária pode chegar até a 12 horas, e o limite semanal pode chegar a 48 horas, incluído quatro horas extras.

#3 Férias

Como é: a CLT não permite dividir as férias. Em alguns casos, em duas vezes, tirando um mínimo de dez dias em uma delas.

Como vai ficar: Se houver acordo entre as partes, pode ser dividida em até três vezes.

#4 Transporte até o trabalho

Como é: Os trabalhadores têm direito a incluir o tempo gasto para chegar ao trabalho como horas de jornada, quando não há acesso em transporte público, e a empresa fornece transporte alternativo.

Como vai ficar: O tempo gasto no percurso para se chegar ao local de trabalho e no retorno para casa não poderá mais ser computado como parte da jornada.

#5 Contribuição sindical

Como é: Uma vez por ano uma quantia referente a um dia de trabalho é descontado do salário dos empregados para contribuição e fortalecimento dos sindicatos das classes.

Como vai ficar: A contribuição passa a ser facultativa.

#6 Bonificação

Como é: A Justiça do Trabalho considera os prêmios concedidos pelo empregador são contabilizados como parte do salário. Assim, incidem sobre o valor do prêmio encargos previdenciários e trabalhistas.

Como vai ficar: O empregador pode conceder o prêmio sem que o seu valor seja considerado parte do salário.

#7 Home Office

O texto de Marinho cria duas modalidades de contratação, que hoje não existem: o trabalho intermitente, por jornada ou hora de serviço, e o “teletrabalho”, que regulamenta trabalho de casa, estabelecendo regras para esse tipo de contrato. A proposta estabelece a responsabilidade da empresa sobre fornecimento ou compra de equipamentos, manutenção dos mesmos e infraestrutura.

Direito do trabalhador

Embora muitos direitos estejam sendo ceifados com as últimas propostas do governo, o trabalhador ainda pode recorrer ao seu sindicato de classe caso sinta-se prejudicado, como garante a advogada. “O trabalhador sozinho não tem força. Ele precisa lutar para garantir cumprimento do acordo e da Constituição que continua prevalecendo. Também é necessária comunicação de sindicatos de classe e órgãos de fiscalização. É um momento de discussão forte que enquanto cidadãos devemos nos posicionar”, finalizou.

O que o empregado pensa?
A opinião de muitos trabalhadores é uníssona: as condições do trabalhador serão prejudicadas. “É complicada essa situação. Tem muito patrão que vai exigir o que quiser do empregado e a Lei num pode interferir”, afirma desanimado o porteiro Marcelo de Souza, de 41 anos. Contudo, há quem consiga enxergar algo positivo em meio a tanta escuridão. “Essa reforma vai ser péssima. Vai tirar muito direito da gente. Mas eu gostei dessa parte das férias. Pra eu que tenho família no interior quanto mais dividir as férias melhor”, disse o zelador Marconi Ferreira.

Fonte Correio

quarta-feira, 26 de abril de 2017

RIACHÃO DO POÇO - PREFEITURA PERFURA 2 POÇOS ARTESIANOS QUE VAI BENEFICIAR FAMÍLIAS " RIACHÃOENSES. "

 A Administração da Prefeita Cilinha Dias, em Riachão do Poço, Zona da Mata da PB, resolveu acabar com o problema da falta d'água naquele município e providenciou a pefuração de dois poços artesianos no estádio de futebol o Santiagão.
A Cidade de Riachão do Poço é uma poucas cidades na Paraiba que não é atendida pelo fornecimento de água da Cagepa, sendo o próprio município o gerenciador de distribuição de água para residências através de poços artesianos.
A Perfuração dos dois poços pela gestão foi recebida com fogos de artifícios pela população que nos últimos meses vinha enfrentando problemas diariamente.
Os poços perfurados terão vazão de 9 litros de água por hora.
"O que não fizeram em quatro anos, nós estamos fazendo em quatro meses" comemorou o coodernador de comunicação do município Leno Mota.

FONTE EXPRESSO PB

Índios fecham Esplanada e entram em conflito com PM em ato por demarcação

Indígenas acampados em Brasília fecharam a Esplanada dos Ministérios durante uma marcha até o Congresso Nacional, na tarde desta terça-feira (25). O grupo invadiu o espelho d'água em frente à sede do Legislativo, e a Polícia Militar usou bombas de efeito moral, balas de borracha e spray de pimenta para afastar os manifestantes.
Até as 16h, a Polícia Militar estimava a presença de 2 mil pessoas no local, e a organização do ato, de 3 mil. Em resposta à ação da PM, indígenas atiraram flechas contra os militares e em direção ao Congresso.
No auge do confronto, os dois sentidos da Esplanada chegaram a ser interditados. Por volta das 16h30, os índios ainda bloqueavam o trânsito no sentido Congresso-Rodoviária do Plano Piloto, mas as faixas na direção contrária estavam liberadas para veículos.
O ato surpreendeu motoristas que passavam pelo local. "Estava indo buscar um passageiro mas me pararam aqui. Eles fecharam a pista, mas tem um cliente me esperando no Supremo [Tribunal Federal]", disse o taxista Gilberto Ramos.
Um grupo pequeno de manifestantes chegou a descer a rampa em direção à chapelaria do Congresso – rota de passagem para visitantes e parlamentares –, mas subiu novamente sem conseguir acessar a parte interna do prédio.
Por diversas vezes, mulheres que participavam do ato tentaram formar um cordão humano em torno do gramado central da Esplanada, na área próxima ao Congresso. O grupo foi impedido pela PM. Até as 16h10, havia informações de uma mulher indígena ferida e quatro índios detidos.
Com o início do tumulto, os índios dispersaram e liberaram a via, mas continuaram reunidos no gramado da Esplanada e nas áreas em redor dos ministérios. Caixões usados pelos manifestantes para simbolizar a morte de indígenas foram atirados no espelho d'água.

Evento nacional

Os grupos de diferentes etnias indígenas estão reunidos em Brasília para a 14ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL). O objetivo do evento é pedir mais respeito à natureza e à demarcação de terras. 
Fonte G1

Corpo do apresentador da TV Correio e ex-prefeito Jota Júnior é velado em Bayeux

 O corpo do apresentador da TV Correio e ex-prefeito de Bayeux Jota Júnior chegou à Bayeux, na Grande João Pessoa, na tarde desta terça-feira (25), onde é velado até esta quarta (26).

O velório ocorre na Igreja Batista Redimir, no bairro Alto da Boa Vista, em Bayeux, e é aberto ao público. O enterro deve acontecer às 16h desta quarta-feira (26), no cemitério Senhor da Boa Morte, também em Bayeux. O velório é acompanhado por jornalistas, amigos e familiares.

O apresentador Jota Júnior morreu na madrugada desta segunda-feira (24) vítima de um ataque cardíaco quando era transferido de João Pessoa para Porto Alegre (RS).

O comunicador de 52 anos se deslocava para o Rio Grande do Sul para fazer um transplante de pulmão, porém, no meio do trajeto, Jota Júnior teve uma parada cardíaca obrigando o avião a fazer um pouso de emergência em Minas Gerais, onde ele não resistiu e veio a óbito.

Em 15 de abril de 2016, o apresentador apresentou um problema de capacidade respiratória pulmonar, e foi constatado que ele necessitava de um transplante de pulmão. Com isso, Jota precisou se mudar para Fortaleza (CE) onde teria melhor acompanhamento médico e entraria em uma fila para realização do transplante.

Porém, quando Jota era o oitavo na fila para o transplante, o radialista teve complicações cardiológicas que o impediram de realizar o procedimento, fazendo com que ele retornasse a João Pessoa.

Neste domingo (23), a luta de Jota Júnior tinha ganhado um novo capítulo. O apresentador precisou seguir para Porto Alegre (RS) para tentar novamente o transplante pulmonar, porém, teve sua viagem interrompida por uma parada cardíaca, que interrompeu também a sua vida.
Fonte Correio

terça-feira, 25 de abril de 2017

Velório do apresentador Jota Júnior será nesta terça em Igreja da cidade de Bayeux

 Está marcado para as 14 a chegada do copo do apresentador Jota Júnior  no aeroporto Castro Pinto, em João Pessoa. d Jota Júnior morreu na madrugada de home vítima de parada cardiorespiratória em Belo Horizonte (MG).
Após desembarcar no Aeroporto Castro Pinto, o corpo  do apresentador  seguirá para a igreja Batista do Alto da Boa Vista, em Bayeux, onde será velado a partir das 16h. O sepultamento será na quarta-feira, às 17h, no Cemitério Senhor da Boa Morte, em Bayeux.
FONTE  PARAIBA.COM

Estado reajusta salário dos professores a partir de 1º de maio; confira valores

 O governador Ricardo Coutinho anunciou nesta segunda-feira (24) que, a partir de 1º de maio, os professores da Rede Estadual de Ensino terão os salários reajustados. Os professores do nível 1 da Classe A – menor salário – passarão a receber R$ 2.611. Os reajustes variam por níveis e contemplam prestadores de serviço e inativos. A tabela também será recomposta.
“Para o prestador de serviço o governo do Estado vai conceder aumento de R$ 300, sendo R$ 150 para alimentar o sistema mensalmente, obrigação que também será remunerada. Isso dá em torno de 23% de aumento para o professor que presta serviço, lembrando que em janeiro essa categoria já teve aumento de salário”, destacou o governador.

Com relação aos efetivos, Ricardo Coutinho destacou que o governo do Estado irá refazer a tabela. “A tabela vai ter salário a partir de R$ 1.724,10, com 2% de aumento a cada nível. São sete níveis. Além disso, terá ainda 10% de aumento entre uma classe e outra. Serão 10% na Classe B, mais 20% na Classe C, em relação à Classe A, mais 30% na Classe D, que é mestrado, mais 40% na Classe E, que contempla os professores com doutorado”, explicou o governador.

Reajustes totais

Ainda de acordo com o chefe do Executivo paraibano, desde dezembro do ano passado, os reajustes chegam a 39,8% para os professores da Classe A – nível 1 -, até 51% para os professores com doutorado, que estão no nível 1 da Classe E. “Uma parte desse reajuste será feito em forma de bolsa para aqueles professores que estão em sala de aula, mas também por meio da recomposição da tabela, contemplando os aposentados”, pontuou Ricardo. “Essa tabela varia de 34%, 27% na Classe D no nível 1, até 7,64% no ano no nível 1 da Classe A”, completou.
Com isso, alguns professores terão reajustes que variam de R$ 800 a R$ 1.150 no período de cinco meses. “Vamos cada vez mais, ao lado da categoria, fazer as cobranças para melhorar a qualidade da educação pública”, concluiu Ricardo.

Fonte Correio

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Jota Júnior viaja a Porto Alegre em busca de transplante

 O apresentador Jota Júnior, que vem há algum tempo enfrentando uma luta contra uma enfermidade que atrofia  pulmão, viajou neste domingo para a Capital do Rio Grande do Sul em busca de um transplante. O comunicador realizou a viajem à bordo de uma Unidade de Tratamento Intensivo Aérea.
As informações foram divulgadas pelo repórter e produtor da TV Correio, Hyldo Pereira, que também postou uma imagem de apoio ao companheiro de trabalho: “Jota, que Deus te acompanhe nessa luta pela vida.”
Fonte Polêmica PB.

MARI - Tragédia Em Mari/PB: Criança de 1 ano morre afogada em açude no sítio Baixinha

 Uma tragédia aconteceu no início da tarde deste domingo (23) na cidade de Mari, região da Mata paraibana, na comunidade Baixinha, zona rural do município.
Uma criança de apenas 1 ano e 4 meses morreu afogada dentro de um barreiro que fica no terreiro da casa onde a família mora.
Segundo informações de populares, a família havia acabado de almoçar e a criança saiu para o terreiro da casa. Num intervalo de 5 minutos a família deu conta da criança que já se encontrava boiando nas águas do barreiro (pequeno açude).
Fonte Expresso PB.

Morre Jerry Adriani, aos 70 anos, o mais roqueiro da Jovem Guarda

Jerry Adriani, o nome roqueiro da Jovem Guarda, morreu às no início da tarde deste domingo, 23, às 15h30, no Rio de Janeiro. Ele tinha 70 anos e enfrentava um câncer.
Internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, no Rio, ele voltou à unidade de tratamento intensivo neste fim de semana. Ainda não há informações sobre horário e local do velório e do enterro.
O sangue rock and roll de Jerry Adriani possuía um comprometimento maior com a gênese do estilo do que algumas de suas próprias canções demonstraram. Reconhecê lo por apenas Doce Doce Amor ou Tarde Demais é conhecê-lo pela metade, reduzir sua importância.
Jerry não sofria por fazer o jogo do mercado. Era bonito, tinha charme e tinha voz. Uma tríade que nem Roberto, Erasmo ou Wanderléa conseguiam reunir individualmente. E lá se foi o garoto nascido no Brás, com uma banda de rock no currículo chamada Os Rebeldes, se meter a cantar como galã italiano. Italianíssimo, o disco, fez sua estreia em 1964, ajudando a regar a terra para nascer a Jovem Guarda.
O ano em que a juventude brasileira foi descoberta, 1965, foi também o que confirmou Jerry como um quadro viável no novo mundo da música pop. Gravado agora em português, Um Grande Amor faria sua estreia como ídolo de massa, preparando- o ainda mais para 1967, quando sairia um de seus discos mais vitoriosos, Vivendo Sem Você.
Jerry Alves de Sousa foi o homem que descobriu Raul Seixas na Bahia, selando seu faro e sua determinação. Raul era Raulzito, que fazia bailes grã finos de Salvador com seu grupo, Os Panteras, quando Jery passou com seu show pela cidade. Ao saber de Raul (uma das versões diz que Raul não estava nesse dia com o grupo, que só viria a ser conhecido por Jerry depois), o cantor encafifou-se com a ideia de que aquele baiano deveria não só ir para o Rio de Janeiro como também se tornar produtor de seus discos. Saiu-se cheio de argumentos pra cima do poderoso Evandro Ribeiro, da gravadora CBS, e o convenceu: de 1969 a 1971, os discos de Jerry seriam produzidos por Raul, e com muitas músicas de sua autoria.
Jerry se foi no ano em que passaria todas as suas histórias a limpo. Ajudado pelo amigo, o pesquisador Marcelo Fróes, ele previa uma biografia de muitos causos e o lançamento de um disco cantando músicas de Raul. Estava feliz, dava entrevistas vibrantes e abria o coração para falar do passado. Sua obra precisa passar por uma reavaliação justa e necessária.
FONTE MSN

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Deputado quer sessão para que o presidente do TJPB explique fechamento de comarcas

 Comarca de Mari será uma das atingidas pela Medida do TJ
 Um estudo em andamento no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) para fechar comarcas no estado provocou a preocupação de alguns deputados estaduais. O deputado Raniery Paulino (PMDB) apresentou pedido de sessão especial com o presidente do TJPB, desembargador Joás de Brito, para esclarecer o assunto. O requerimento contou do expediente desta quinta-feira (20) na Assembleia Legislativa.

Ontem, o deputado Tião Gomes (PSL) apresentou requerimento solicitando a revisão do fechamento das comarcas de Pìlões, Arara e Cacimba de Dentro, pois é contrário à medida. E o deputado João Bosco Carneiro (PSL) também protestou contra o fechamento de comarcas na região do Agreste, que vai reduzir o acesso do cidadão à Justiça.
De acordo com Raniery, chegou ao seu conhecimento a elaboração de um projeto no Poder Judiciário, por meio do plano estratégico, para reestruturação de unidades judiciárias de 1º grau. Para ele, o fechamento de comarcas diminuiu o status das cidades e dificultam o acesso das pessoas à Justiça.
O parlamentar recebeu demandas dos municípios de Belém, Bananeiras, Serraria, Pilões, Cacimba de Dentro e Araçagi, pedindo a audiência pública para discutir o problema. Segundo Raniery, na sessão será discutida, também, a edificência da máquina pública do Judiciário paraibano. "Temos que fazer esse debate e ouvir do Tribunal de Justiça o seu plano, para que não haja o fechamento de comarcas, em desfavor do acesso à Justiça", disse Raniery, que pretende intermediar a discussão para que não seja preciso judicializar a questão.
O requerimento, que constou no expediente de hoje, deverá ir a votação em plenário na próxima terça-feira.
Fonte Click PB;

quarta-feira, 19 de abril de 2017

MARI - Mari e mais cinco prefeituras da Paraíba têm contas bloqueadas pelo TCE

 O não envio de prestações de contas, relativas ao exercício de 2016, levou o Tribunal de Contas do Estado da Paraíba a determinar, na manhã desta quarta-feira (19), o bloqueio  das contas bancárias das prefeituras de Catingueira, Lastro, Mari, Natuba, Santa Helena e Sousa.
O bloqueio foi comunicado na abertura da sessão plenária pelo conselheiro presidente André Carlo Torres e também se aplica, pelo mesmo motivo, às câmaras municipais de Diamante, Mari e Pilões. O prazo para entrega da documentação se expirou em 31 de março.
As prefeituras de Mogeiro e Diamante, por haverem remetido seus balancetes de fevereiro/2017, tiveram suas contas desbloqueadas; como aconteceu, igualmente, com a prefeitura de Santa Helena, por enviar sua PCA/2016.
Paraiba

Asteroide passará o mais próximo da Terra em 400 anos nesta quarta, diz Nasa

 Um asteroide gigante está previsto para passar o mais próximo da Terra em 400 anos nesta quarta-feira (19), de acordo com os cientistas da Nasa. A agência espacial informou que o objeto não apresenta perigo ao planeta, pois cruzará o céu a 1,8 milhão de quilômetros de distância.



Segundo o Portal NE10, os astrônomos afirmaram que o asteroide tem uma superfície duas vezes mais reflexiva do que a Lua. O corpo, que tem aproximadamente 650 metros, foi descoberto há quase três anos por meio de uma pesquisa no céu de Arizona, nos Estados Unidos.

O objeto, ainda de acordo com a Nasa, estará visível por pelo menos duas noites, podendo ser visto através de telescópio.

Fonte Correio

terça-feira, 18 de abril de 2017

Pontes Calçados do Centro de Guarabira faz evento e lança coleção “Inverno 2017”

 O empresário Rosil Pontes convida a todos para participar do lançamento da coleção Inverno 2017 da loja Pontes Calçados, localizada no Centro de Guarabira. O lançamento ocorrerá ás 16h no interior da loja com todos os modelos disponíveis dessa nova coleção e um coquetel para o público.
A coleção Inverno 2017 vem trazer tudo que há de mais moderno e de tendência no mercado de bolsas e sapatos. Visite a loja e participe do lançamento no endereço: Rua Cônego João Gomes, 50, Centro, Guarabira (próximo ao  Magazine Luiza).

Por: Renan Carvalho

domingo, 16 de abril de 2017

A história do beijo na boca

 O que essa língua está fazendo na minha boca? E agora, o que eu devo fazer com a minha? O primeiro beijo causa dúvidas e desencontros. Os sentimentos passam longe do romantismo e vão do susto ao desconforto, da esquisitice ao arrependimento. Para a maioria de nós, a sensação única dessa carícia acaba tornando a insistência quase obrigatória. Depois de algum treino, o susto se torna frio na barriga, o desconforto prazer, a esquisitice estímulo sexual e o arrependimento uma inquietação à espera do bis. Mas, se essa enxurrada de sensações ilustra o primeiro beijo de quase todos nós, quais teriam sido as motivações do primeiro beijo de nossos ancestrais? Ou seja: como chegamos à invenção desse hábito bizarro? (Ainda mais numa época sem escovas de dentes nem fio dental.)
A história do beijo na boca
Se o primeiro beijo foi dado na pré-história, ninguém sabe, ninguém viu (ou, pelo menos, ninguém registrou). Não há desenhos em cavernas, artesanatos ou pinturas em tecidos que indiquem o costume de encostar os lábios entre nossos ancestrais. Nem a civilização egípcia, prodigiosa em suas expressões artísticas e provas documentais, que retratou em pinturas e esculturas seus hábitos de caça, alimentação e até suas relações sexuais, deixou qualquer traço que pudesse sugerir um beijo.
A história do beijo na boca
As mais antigas referências ao comungar de bocas vieram do Oriente, mais precisamente dos hindus. Há um registro de aproximadamente 1200 a.C., no livro védico Satapatha (textos sagrados em que se baseia o bramanismo), recheado de sensualidade: “Amo beber o vapor de seus lábios”. Mais explícito e deliciosamente malicioso, o Mahabarata (poema épico com mais de 200 mil versos, compilados em aproximadamente 1000 a.C.) descreve: “Pôs a sua boca em minha boca, fez um barulho e isso produziu em mim um prazer”.
A história do beijo na boca
Algum tempo depois, outro texto indiano, o Kama Sutra, um compêndio sobre os preceitos do prazer escrito entre 400 e 200 d.C., apresentou uma versão mais amadurecida sobre o assunto, com cerca de 200 passagens detalhando a prática, a moral e a ética do beijo. Verdadeiro manual do usuário, o texto descreve, por exemplo, os três tipos de beijo a que uma moça da época tinha acesso: o beijo “nominal”, no qual só poderia tocar a boca do amante com os lábios; o “palpitante”, que permite movimentar apenas o lábio inferior, e havia o de “toque”, no qual a moça está autorizada a passar a ponta da língua nos lábios do namorado.
A história do beijo na boca
A importância do Kama Sutra não é só a de fornecer talvez o primeiro glossário sobre o tema. Ele é a principal referência para determinar a idade do beijo. Segundo o antropólogo americano Edgar Gregersen, em seu livro Práticas Sexuais – A História da Sexualidade Humana, o texto tem um importante papel histórico, pois dá a pista de que o costume de beijar representa uma continuação de tradições muito anteriores. “O Kama Sutra está repleto de referências históricas e geográficas que remetem a tradições antigas. A partir dele podemos rastrear as origens do beijo e concluir que ele é mais velho que a civilização hindu e mais jovem que a pré-história”, afirma Gregersen.

A história do beijo na boca

Alexandre, o Grande beijador

Se os hindus foram pioneiros ao descrever suas aventuras bucais, os invasores de suas terras devem ter sido os primeiros difusores da prática: os soldados de Alexandre, o Grande. Eles dominaram parte da Índia, entre 327 e 325 a.C., e, quando partiram para outras terras, levaram na bagagem esse ensinamento lascivo. A partir de então, por onde passavam, em sua trilha de guerras e conquistas, espalharam o hábito de beijar.
A história do beijo na boca
Foi mais ou menos assim – entre tapas e beijos –, e por essa época, que o hábito estreou em grande estilo na capital do mundo antigo: Roma. Lá, com os requintes do tempero local, ele desmembrou-se em três versões: o osculum, o beijo de amizade; o basium, mais sensual, entre homem e mulher; e o savium, que o poeta Ovídio definiu como “de língua, voluptuoso e vergonhoso”. Outro poeta romano, Catulo, descreveu-o como “mais doce do que o doce da ambrosia”. Devia ser bom mesmo.
A história do beijo na boca
Se entre os romanos o beijo manteve seus contornos eróticos, para os gregos ele tinha funções protocolares, quase burocráticas: beijava-se para selar um acordo e para demonstrar respeito. Os cidadãos de mesmo nível social encostavam os lábios. Se um deles era de uma casta inferior, o beijo era no rosto. E quando a diferença social era ainda maior, os lábios de um desciam aos pés do outro.

A história do beijo na boca

Proibido e perigoso: ainda melhor

Se até então tudo era festa, a partir do século 4 os beijoqueiros passaram a enfrentar uma crescente oposição: a da Igreja Cristã. Incomodada com a sensualidade do beijo e preocupada em eliminar esse símbolo do Império Romano, ela o instituiu como um gesto religioso, de adoração às imagens dos santos e louvação a Deus. Nos anos de trevas que se seguiram na Europa, ao longo da Idade Média, o beijo permaneceu ilícito e perigoso, acusado de propagar doenças do corpo e da alma. Mas, mesmo com todas as restrições, ele resistia e ganhava adeptos. Tanto que, no século 12 o Papa Inocêncio III travaria uma verdadeira cruzada contra o inimigo, banindo-o dos ritos religiosos e proibindo-o na vida mundana. “Beijo com objetivo de fornicação é pecado mortal, mesmo que a fornicação não se consume”, dizia o édito de Sua Santidade. Tarde demais. O beijo já fazia parte dos hábitos sociais e íntimos dos casais e todos continuaram beijando mais e melhor.
A história do beijo na boca
No século 17, já glamourizado e muito popular nas cortes europeias, o beijo de língua, o savium dos romanos, ganhou o nome que tem até hoje: beijo francês. Na época, os puritanos ingleses ficaram impressionados com o grau de libertinagem que caracterizava o beijo em terras gaulesas. Pelas mãos da Inglaterra, os franceses ficariam para sempre conhecidos aos olhos do mundo pela volúpia com que se entregavam às carícias labiais. O curioso é que, na França, o beijo de língua ficou conhecido como beijo inglês. Mais do que revanchismo, os franceses associavam o beijo de língua à importância que os ingleses davam àquela forma de beijar, que para eles era tão comum.

A história do beijo na boca

Sem pudor, sem alma, sem nome

Existe certo paralelismo histórico no que toca à trajetória do beijo. Nem todo esporte labial de alcova advém dos hindus. Na Antiguidade, populações pré-colombianas viam no ato de unir os lábios um gesto quase suicida. “Eles acreditavam que a alma poderia sair pela boca e que o beijo era uma maneira de arrancá-la do corpo”, afirma o antropólogo Fernando Segolin, professor da PUC de São Paulo. Ou seja, havia o beijo, mas com um sentido completamente diferente da tradição indo-europeia. (Que, felizmente, é a que chegou até nós.) “O contato labial era geralmente ritual e simbolizava a intenção de comer a outra pessoa, uma manifestação do aspecto antropofágico dessas culturas”, diz Segolin.
A história do beijo na boca
Há, ainda, quem simplesmente ignore o beijo. Os índios brasileiros, apesar de serem conhecidos pela maneira espontânea com que lidam com o sexo, a nudez e as demonstrações de carinho, não beijavam antes da chegada dos europeus. “Não é uma questão de pudor, tabu ou medo. O beijo simplesmente não fazia parte dos hábitos afetivos da maioria dos índios, soava como algo estranho, sem sentido”, diz a antropóloga Betty Mindlin, da PUC de São Paulo. Menos indiferentes, mas também reprovadores, os japoneses, até a metade do século passado, não tinham sequer uma palavra para designar o beijo. Quando foi exposta em Tóquio, em 1924, a escultura O Beijo, de Auguste Rodin, célebre artista francês, gerou protestos inflamados.
A história do beijo na boca
Só a partir da influência norte-americana no Japão, na segunda metade do século 20, o beijo passou a ser chamado de kissu, importado do kiss inglês. Segundo Otto Best, filósofo alemão e professor de Literatura da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, essa renúncia não está ligada ao beijo em si, mas ao caráter público da intimidade. “Por muito tempo se pensou que os japoneses não se beijavam. Hoje, sabe-se que, a exemplo dos chineses, eles mantinham esse hábito, mesmo antes da influência ocidental, porém de maneira discreta, restrita à intimidade dos casais. Ainda hoje, os japonese mantêm uma certa resistência em beijar em público”, afirma.

A história do beijo na boca

Boca ancestral

Bom, agora nós já sabemos quem começou a festa, quem beija assim, quem beija assado e até quem não beija. Chegou a hora de perguntar, afinal, por que nos beijamos? Pois, convenhamos, enfiar a língua na boca de outra pessoa, percorrer-lhe os dentes, acariciar as gengivas alheias e fazer movimentos ritmados de sucção com os lábios, engolindo saliva que não é sua, não se parece em nada com um gesto simples ou natural, como andar ou respirar.
A história do beijo na boca
De início, é preciso dizer que parece não haver relação entre o ato de beijar e qualquer instinto primordial e inato. Há mais de um século, o próprio Charles Darwin tratou do assunto no livro A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais, de 1872. “Nós europeus estamos já tão habituados ao beijo como um sinal de afeto, que o poderíamos considerar como inato para a humanidade. No entanto, não é o caso”, escreveu Darwin.
A história do beijo na boca
Só os humanos se beijam. Há comportamentos similares nos animais, mas nenhum com conotações sexuais e emocionais. Segundo Otto Best, considerado o pesquisador que mais se aprofundou no tema – seus dois livros sobre o assunto, Der Kuss, Eine Biographie (“O Beijo, Uma Biografia”) e Die Sprache der Kusse (“A Língua dos Beijos”), ambos inéditos no Brasil, são considerados referências obrigatórias –, o hábito de beijar carrega heranças culturais e naturais, as duas passadas de mãe para filho. “O aspecto instintivo se baseia na alimentação boca-a-boca, praticada por povos primitivos e herdada de nossos ancestrais. Já o beijo cultural surgiu como um símbolo para demonstrar afeto e intimidade”, diz.
A história do beijo na boca
Para o antropólogo Vaughn Bryant, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, deve haver uma raiz comum entre o beijo moderno e nossos hábitos primevos. Mas ela poderia, no máximo, indicar uma motivação para o prazer. “O beijo pode ter evoluído do hábito de lamber o corpo de outros de nossa espécie, durante os rituais de catação de parasitas, ou da troca de alimentos entre mãe e cria, ambos comportamentos comuns à maioria dos primatas”, afirma. Ele crê ter sido o olfato que nos aproximou. “O beijo é um comportamento aprendido e arrisco dizer que surgiu como uma saudação proveniente do hábito de nossos ancestrais de cheirar os corpos uns dos outros. Eles tinham o olfato muito desenvolvido e identificavam pelo faro, não pela visão, seus parceiros sexuais”, afirma. A prática teria evoluído para o beijo, quando o homem primitivo percebeu que unir as bocas era mais prazeroso que friccionar os narizes.
A história do beijo na boca
Ainda assim, o beijo com o nariz persiste até hoje. “Nas ilhas do sul do Pacífico, por exemplo, não existe o hábito de unir os lábios, mas sim o de esfregar os narizes em sinal de afeto ou disposição sexual”, diz.

A história do beijo na boca

Sexo e fantasia

Na obra Três Ensaios sobre a Sexualidade, Sigmund Freud afirmou que a boca é a primeira parte do corpo que usamos para descobrir o mundo e saciar as necessidades. Para o pai da psicanálise esse seria, também, o caminho natural para a iniciação sexual: tocar os lábios nos envolveria no perigoso fascínio de se misturar com o outro.
A história do beijo na boca
Para Otto Best esse aspecto antropofágico é um ponto comum ao beijo e ao ato sexual. “O sentimento amoroso carrega a intenção de incorporar, de comer o objeto de nosso afeto. O beijo é a manifestação possível desse desejo”, afirma.
A história do beijo na boca
“Beijamos porque é prazeroso, sacia a vontade de possuir o outro e estabelece a intenção sensual, anúncio da disposição à atividade sexual,” diz o psicoterapeuta inglês Adam Phillips, do Centro de Aconselhamento Familiar, em Londres, e autor de Beijos, Cócegas e Tédio – O Inexplicável da Vida à Luz da Psicanálise.
A história do beijo na boca
A identidade sexual do ato de beijar é revelada também por semelhanças fisiológicas nas anatomias da boca e dos órgãos genitais. Para Marilene Vargas, ginecologista e autora do livro Manual do Orgasmo, os lábios, a glande e o clitóris têm temperaturas, enervações e tecidos parecidos, apresentando as mesmas papilas sensitivas. “São áreas com grande irrigação vascular e onde as terminações nervosas estão envolvidas apenas por mucosa, deixando-as muito sensíveis”, diz.
A história do beijo na boca
“Durante o beijo, enquanto as bocas se abrem e permitem a penetração mútua das línguas, há um estímulo sexual muito forte. Feita de maneira intensa e repetitiva, ela proporciona um grande prazer ”, afirma Carmita Abdo, psiquiatra do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Mas a intimidade não é apenas física. O beijo fala sobre quem beija por vezes muito mais do que se quer contar, ou do que a consciência permite externar. “O beijo é parte sexo, parte sentimento. É uma autorização para entrar comandada pela ânsia da afetividade e pelo desejo de explorar o novo”, diz Carmita.
A história do beijo na boca
A ideia de que um beijo possa transformar pessoas, criar a atmosfera perfeita entre amantes e despertar anseios adormecidos pode até ser poética e romântica. Mas alguém aí duvida desse poder?

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sábado, 15 de abril de 2017

A Generosidade de José Otávio - Por Wagner Ribeiro


 “Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudades, mas não estará só”
Amyr Klink


Conheci Otávio nos anos 90, na ocasião falamos de cultura, educação e nossas vidas, naquele momento nos tornamos amigos, vivenciamos inúmeros momentos juntos, com o passar dos anos, tinha Otávio como irmão, dificilmente passava um dia sem nos falarmos, sem trocamos informações, sem falar de nossas vidas, passamos por vários momentos complicados em nossa existência, seja na área pessoal ou profissional, mais sempre ele dizia vamos levantar a cabeça e seguir em frente, pois temos que aprender,  principalmente quando as coisas não dão certo, tinha um admiração extraordinária por ele, poucos que conseguiram realizar seus sonhos e desejos, filho de uma família pobre, ele conseguiu chegar a universidade, se formou e se especializou em diversas áreas educacionais, e transformou a educação no município de Mari, contribuindo de forma ampla para uma melhor educação de nossos jovens, professor universitário  também  contribuiu para melhoria na educação em outros municípios, mais se eu for falar das qualidades profissionais dele seria páginas só com esse tema, prefiro me referir ao ser humano, a pessoa, o amigo, que enfrentou barreiras, preconceitos, obstáculos, mais que nunca baixou a cabeça, sabia me fazer rir mesmo nos momentos mais difíceis que eu pudesse esta vivenciando, esse era o meu amigo José Otávio, que foi embora cedo demais, tínhamos muito ainda há vivenciamos, há compartilhamos, precisávamos ainda rir e chorar por diversas vezes ainda, a dor continua forte em meu peito, a cada amanhecer quando lembro que não poderei falar contigo, como era de costume todas as manhãs, a fé em Deus me dará forças e tenho a certeza que um dia iremos nos reencontrar para que possamos perpetuar nossa amizade, e essa dor, que hoje assola meu coração em breve se tornará numa saudade bonita, e que você estará para sempre em nossos corações, Saudades Otávio e Fica em Paz, pois tu eras a Generosidade em pessoa, algo raro nos dias de hoje nos corações dos seres humanos.

Por Wagner Ribeiro