Gurgel (PR-AL) é aliado declarado de Cunha. (Divulgação/Facebook)
De
acordo com a publicação, laudos grafotécnicos certificam que a
assinatura do deputado Vinícius Gurgel (PR-AP), na carta em que renuncia
à vaga de titular no Conselho, é uma falsificação “grosseira” e
“primária”. O documento foi apresentado por aliados de Cunha para tentar
barrar o processo de cassação.
Aliado
declarado do presidente da Câmara, Gurgel não estava em Brasília na
madrugada do último dia 2, quando o Conselho de Ética aprovou a
sequência do processo. Entretanto, a margem foi a mais apertada
possível: 11 votos a favor contra 10 contra.
Como
cada voto podia ser decisivo para a continuidade da ação, aliados de
Cunha tentaram fraudar a renúncia de Gurgel e, principalmente, barrar a
convocação de um suplente; no caso um deputado do PT que votaria contra o
peemedebista – pois, uma vez que ele renunciasse, o PR poderia indicar
outro deputado, desta vez pró-Cunha.
Ainda
segundo a Folha, o presidente da Câmara demorou a iniciar a sessão do
plenário marcada para a noite do dia 1ª até a madrugada para esvaziar o
local depois das 23 horas. O objetivo era atrasar a votação para, assim,
concluir a troca de Gurgel por um deputado aliado.
A
carta de renúncia (com a assinatura falsificada) foi entregue ao
Conselho de Ética às 22h40 e, menos de dez minutos depois, Maurício
Quintella Lessa (PR-AL) votou a favor de barrar o processo contra
Eduardo Cunha.
Fonte Yahoo Noticias

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