A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) rompeu acordo de
paz com outras organizações e lançou uma campanha ofensiva que busca
controlar presídios e o tráfico de drogas e armas no Brasil. A
informação foi divulgada neste domingo (8) pelo UOL. Conforme a publicação,
Paraíba e pelo menos mais 14 estados estão entre os alvos da facção. A
projeção foi feita a partir de dados fornecidos por governos estaduais.
A
apuração do UOL diz que a Secretaria de Administração Penitenciária da
Paraíba (Seap) admitiu a influência de facções dentro do presídio. Além
do PCC, foram citados outros dois grupos locais.
A reportagem
ainda menciona a morte de dois detentos da Penitenciária Romero da
Nóbrega, em Patos, ocorrida na última quarta-feira (4), durante
rebelião. Um vídeo divulgado na internet mostra quando um preso efetua
tiros no presídio.
A
Seap alegou ao UOL que o caso foi pontual e está relacionado a acerto
de contas, não a um possível domínio do PCC na unidade prisional.
Fonte Correio
Apesar
da versão oficial sobre a rebelião na Paraíba excluir a participação da
facção paulista, foi comprovado que vários outros motins ocorridos no
Brasil tiveram relação com o PCC. Ainda conforme o UOL, além do Primeiro
Comando da Capital, a facção Comando Vermelho (CV) está espalhada pelo
país e busca aliados em todos os estados.
No entanto, detalhes da
atuação dessa organização na Paraíba não foram divulgados pela
reportagem. O que se sabe é que existe uma espécie de guerra entre essas
duas organizações, que são as maiores do país.

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