quinta-feira, 16 de março de 2017

Manifestantes fazem atos em diversas capitais contra reformas de Temer

 Representantes de diversas categorias protestaram nesta quarta-feira (15) em diversas capitais brasileiras, como parte da greve geral mobilizada em todo o país contra as reformas da Previdência e trabalhista, propostas pelo governo Michel Temer.
No Rio de Janeiro, milhares de pessoas marcharam pelas ruas do Centro da cidade, com cartazes e bandeiras. Bancários, professores, engenheiros, petroleiros, portuários, profissionais da área de saúde, representantes do movimento de apoio à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), servidores da Cedae e de outros órgãos estaduais estão entre os que participaram do ato.
Por volta das 19h, uma briga que começou com o enfrentamento de estudantes mascarados contra guardas municipais acabou antecipando o fim da manifestação contra as reformas no Rio de Janeiro. Estudantes teriam lançado rojões contra o posto da Guarda Municipal, que fica em frente à Central do Brasil, e os próprios sindicalistas que participavam do ato iniciaram uma briga com os mascarados. Pedras foram lançadas no meio do protesto, por ambos os lados.
Em seguida, um efetivo da guarda começou a reprimir os estudantes com bombas de gás e o uso de cassetetes. Por causa do tumulto, o ato acabou interrompido e os manifestantes se dispersaram. A caminhada havia começado na Igreja da Candelária, de onde seguiu até a Central do Brasil. As pistas da Avenida Presidente Vargas foram bloqueadas para o trânsito em ambos os sentidos.

Representantes de diversas categorias protestaram nesta quarta-feira (15) em diversas capitais brasileiras, como parte da greve geral mobilizada em todo o país contra as reformas da Previdência e trabalhista, propostas pelo governo Michel Temer.
No Rio de Janeiro, milhares de pessoas marcharam pelas ruas do Centro da cidade, com cartazes e bandeiras. Bancários, professores, engenheiros, petroleiros, portuários, profissionais da área de saúde, representantes do movimento de apoio à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), servidores da Cedae e de outros órgãos estaduais estão entre os que participaram do ato.
Por volta das 19h, uma briga que começou com o enfrentamento de estudantes mascarados contra guardas municipais acabou antecipando o fim da manifestação contra as reformas no Rio de Janeiro. Estudantes teriam lançado rojões contra o posto da Guarda Municipal, que fica em frente à Central do Brasil, e os próprios sindicalistas que participavam do ato iniciaram uma briga com os mascarados. Pedras foram lançadas no meio do protesto, por ambos os lados.
Em seguida, um efetivo da guarda começou a reprimir os estudantes com bombas de gás e o uso de cassetetes. Por causa do tumulto, o ato acabou interrompido e os manifestantes se dispersaram. A caminhada havia começado na Igreja da Candelária, de onde seguiu até a Central do Brasil. As pistas da Avenida Presidente Vargas foram bloqueadas para o trânsito em ambos os sentidos.
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Protestos acontecem em diversas cidades brasileiras
Desde a manhã desta quarta-feira, quando uma greve de 24 horas foi convocada, protestos foram registrados em todo o país. Os atos foram convocados pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, ligadas à Central Única dos Trabalhadores (CUT), e também contam com apoio de partidos de esquerda e movimentos por moradia. Em São Paulo, a maior parte dos ônibus não circulou, e aqueles que saíram às ruas ficaram lotados.
Já o metrô ficou paralisado durante todo o dia, com exceção da linha 4, que é administrada pela iniciativa privada, e de alguns trechos dos outros ramais. Além disso, metalúrgicos bloquearam a rodovia Presidente Dutra nos arredores de Guarulhos, Taubaté e São José dos Campos. Também há manifestações em cidades como Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Recife e Porto Alegre. Na capital federal, manifestantes do Movimento Sem Terra (MST) ocuparam a sede do Ministério da Fazenda.
Reforma
A reforma da Previdência proposta por Temer aumenta a idade mínima de aposentadoria para 65 anos, tanto para homens quanto para mulheres. Além disso, para receber o teto do benefício, o trabalhador precisará contribuir por pelo menos 49 anos. Apenas militares não serão afetados pelo projeto, que ainda precisa ser aprovada pelo Congresso.
Jornal do Brasil

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